Jovem é condenado por matar o padrasto da ex-companheira em Araxá

O crime ocorreu em 2017 no Bairro Pão de Açúcar; Deivid Guimarães Graciano, de 28 anos, aguardou o julgamento preso. Segundo o MP, o réu esteve na casa da vítima quando esfaqueou o padrasto dela, um homem de 55 anos. Júri de Deivid Guimarães Graciano em Araxá Reprodução/ TV Integração O réu Deivid Guimarães Graciano, de 28 anos, foi condenado a mais de 25 anos de reclusão, em regime inicial fechado, por homicídio contra o padrasto de uma ex-companheira e tentativa de homicídio contra ela no ano de 2017 em Araxá. O júri que determinou a condenação foi realizado na terça-feira (3) e presido pelo juiz Dimas Ramon Esper. Além da pena, também não foi concedido a ele direito de recorrer em liberdade. Ele foi julgado pelos crimes de homicídio por motivo torpe contra a vítima Ailton Antônio Alvarenga, além de tentativa de homicídio e lesão corporal contra a ex-companheira Ana Carolina. Com isso, a pena foi de 25 anos e 4 meses de reclusão e 8 meses de detenção em regime inicial fechado. Ele aguardava pelo julgamento no sistema prisional, dessa forma, serão descontados 4 anos, 6 meses e 18 dias dessa pena. Avaliações Segundo o Ministério Público o réu esteve na casa da ex-namorada, armado com uma faca, e esfaqueou o padrasto dela, de 55 anos, que não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. A ex-namorada, na época com 19 anos, também foi esfaqueada. “O réu, ao não aceitar a ruptura do relacionamento com a vítima Ana Carolina, promoveu uma tentativa de feminicídio e nesse mesmo contexto assassinou o padrasto de Ana Carolina”, explicou o promotor Fábio Soares Valera. Ele ainda completou dizendo que, nesse caso, “temos imputação de homicídio qualificado, em relação à vítima padrasto de Ana Carolina e uma tentativa de feminicídio em relação à Ana Carolina, que é a ex-amásia do réu”. Defesa Em entrevista ao MG1 na data do júri, o advogado de defesa, Fabiano Soares Melo, explicou que pelo fato de ser várias acusações, por diversos crimes, o objetivo não era “nem a questão de absolvição, é mesmo de redução de pena, pois a gente entende que não há homicídio qualificado aqui”. “É um homicídio simples em relação a uma das vítimas e, em relação a sua ex-mulher, houve uma desistência voluntária, ou seja, o réu deixou de prosseguir na execução do crime, ele desistiu de cometer o crime”, completou. O G1 procurou o advogado nesta quarta-feira (4) para saber como a defesa avaliou a sentença, mas não obteve retorno até a última atualização da matéria. Jovem acusado de matar o padrasto da ex-companheira é julgado em Araxá VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Jovem é condenado por matar o padrasto da ex-companheira em Araxá

O crime ocorreu em 2017 no Bairro Pão de Açúcar; Deivid Guimarães Graciano, de 28 anos, aguardou o julgamento preso. Segundo o MP, o réu esteve na casa da vítima quando esfaqueou o padrasto dela, um homem de 55 anos. Júri de Deivid Guimarães Graciano em Araxá Reprodução/ TV Integração O réu Deivid Guimarães Graciano, de 28 anos, foi condenado a mais de 25 anos de reclusão, em regime inicial fechado, por homicídio contra o padrasto de uma ex-companheira e tentativa de homicídio contra ela no ano de 2017 em Araxá. O júri que determinou a condenação foi realizado na terça-feira (3) e presido pelo juiz Dimas Ramon Esper. Além da pena, também não foi concedido a ele direito de recorrer em liberdade. Ele foi julgado pelos crimes de homicídio por motivo torpe contra a vítima Ailton Antônio Alvarenga, além de tentativa de homicídio e lesão corporal contra a ex-companheira Ana Carolina. Com isso, a pena foi de 25 anos e 4 meses de reclusão e 8 meses de detenção em regime inicial fechado. Ele aguardava pelo julgamento no sistema prisional, dessa forma, serão descontados 4 anos, 6 meses e 18 dias dessa pena. Avaliações Segundo o Ministério Público o réu esteve na casa da ex-namorada, armado com uma faca, e esfaqueou o padrasto dela, de 55 anos, que não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. A ex-namorada, na época com 19 anos, também foi esfaqueada. “O réu, ao não aceitar a ruptura do relacionamento com a vítima Ana Carolina, promoveu uma tentativa de feminicídio e nesse mesmo contexto assassinou o padrasto de Ana Carolina”, explicou o promotor Fábio Soares Valera. Ele ainda completou dizendo que, nesse caso, “temos imputação de homicídio qualificado, em relação à vítima padrasto de Ana Carolina e uma tentativa de feminicídio em relação à Ana Carolina, que é a ex-amásia do réu”. Defesa Em entrevista ao MG1 na data do júri, o advogado de defesa, Fabiano Soares Melo, explicou que pelo fato de ser várias acusações, por diversos crimes, o objetivo não era “nem a questão de absolvição, é mesmo de redução de pena, pois a gente entende que não há homicídio qualificado aqui”. “É um homicídio simples em relação a uma das vítimas e, em relação a sua ex-mulher, houve uma desistência voluntária, ou seja, o réu deixou de prosseguir na execução do crime, ele desistiu de cometer o crime”, completou. O G1 procurou o advogado nesta quarta-feira (4) para saber como a defesa avaliou a sentença, mas não obteve retorno até a última atualização da matéria. Jovem acusado de matar o padrasto da ex-companheira é julgado em Araxá VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas